Você já deve ter ouvido que coletar e analisar dados é muito importante para a estratégia da empresa e que eles são importantes na tomada de decisão. Mas no meio de tudo o que se tem armazenado, já parou para pensar se tudo o que é captado faz a diferença para sua marca?

Em breve, a nova legislação para proteger e captar dados pode se tornar mais trabalhosa, já que os consumidores terão maior domínio ainda sobre suas informações, mas não vai impedir que as marcas os tenham. Por isso, os negócios que estão “amarrados” em conseguir todo e qualquer tipo de informação podem sentir bastante os efeitos da Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD), caso não estejam atentos aos sinais que o mercado oferece.

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Criatividade para captar e usar

De antemão, o que deve mudar é a forma de conseguir uma base de dados, e cada companhia vai precisar – na verdade já precisam! – avaliar quais são úteis de verdade para a sua estratégia e de que forma eles podem contribuir para o crescimento da empresa.

Por essa razão, é tão importante refrescar a memória que os dados vêm, muitas vezes, de ações simples, como uma experiência de algum cliente, as lições que a companhia aprende com ações anteriores e até mesmo com a concorrência. Por que não?

Como você usa as informações?

Da mesma forma, essas informações servem para validar as ideias e executar estratégias, mostrar se a marca conhece mesmo seu público e ajudar nas campanhas de vendas, auxiliam no direcionamento. Não é simples, mas não é complexo também.

Por isso, a pergunta no início deste artigo, se a sua marca aproveita mesmo tudo o que coleta a respeito do seu público-alvo. Sendo assim, as empresas precisam se atentar para um aspecto tão importante quanto captar dados: ter um profissional para analisar e interpretar essas informações.

Tenha profissionais para interpretar as informações

Ter uma equipe que possa oferecer insights sobre o que leu dos dados captados e dar orientações para uso em conformidade a LGPD. De como e quais dados usar (isso não pode ser uma barreira, mas, sim, uma nova forma de se relacionar com dados). Por isso que volume não é garantia de muita coisa quando não se sabe o que fazer com as informações.

Enfim, saber administrar dados é tão indispensável quanto ter um grupo criativo para uma ação de vendas. Exige tecnologia, rapidez, visão de mercado. É um novo panorama para muitas empresas, que precisam se adaptar. Caso contrário, serão só mais uma no mercado cheia de dados armazenados.

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