A greve dos caminhoneiros está causando grande dor de cabeça para vários setores, principalmente para os que lidam diretamente com o cliente final. Com isso, as maiores empresas de e-commerce do país já estão percebendo o impacto no fluxo de trabalho e no prazo prometido para os consumidores na entrega dos produtos.

Diante deste problema, os setores de comércio eletrônico, alimentício, transporte, indústria e entregas, como os Correios, por exemplo, estão enfrentando problemas graves com essas paralisações.
Veja os principais reflexos da paralisação pelo país:
Transportes:
- A Infraero alertou que os aeroportos de Congonhas (SP), Recife (PE), Palmas (TO), Maceió (AL) e Aracaju (SE) só têm combustível para esta quarta-feira;
- Em Brasília, o aeroporto suspendeu o pouso de aeronaves com pouco combustível;
- Falta combustível em vários postos em cidades do RJ, RS, MG, TO e DF;
- Diminuiu o número de ônibus circulando no Recife, onde a gasolina chegou a R$ 8,99 o litro;
- Transporte escolar foi suspenso em algumas cidades do Mato Grosso.
Alimentos:
- Mais da metade da produção de carne suína e de aves foi paralisada, e 78 frigoríficos estão com as operações suspensas;
- Abastecimento de itens hortifrutigranjeiros do Ceasa está comprometido no Ceará e em Sergipe;
- No Rio, o saco da batata chegou a R$ 500, e no Pará, supermercados começam a ficar desabastecidos;
- Rede de supermercado de Juiz de Fora (MG) colocou cartazes em várias lojas avisando sobre a possibilidade de falta de alguns produtos.
Indústria:
- Produção da fábrica da Volkswagen Taubaté foi interrompida por falta de peças; o protesto também afeta outras montadoras como a Chevrolet, Ford e Fiat.
Os Correios também foram afetados
Sobre os Correios, a paralisação começou na terça-feira, 22 de maio de 2018 para as postagens das encomendas com dia e hora marcados (Sedex 10, 12 e Hoje).
Em nota os Correios relataram: “Tendo em vista comprometer a distribuição, também haverá o acréscimo de dias no prazo de entrega dos serviços Sedex e PAC, bem como das correspondências enquanto perdurarem os efeitos desta greve”.

Algumas alternativas para minimizar o impacto da greve
Algumas alternativas são bem-vindas em situações de urgência, portanto, como primeira opção, avise os seus clientes, de forma imediata, sobre tudo o que está acontecendo em relação à greve. Essa é uma postura que previne transtornos e dúvidas.
Ainda sobre os transtornos, consequentemente, os prazos de entregas serão alterados. Dessa forma, não esqueça de organizar os pedidos, e encaminhe notificações a todos os consumidores que serão impactados.
Leia: Greve dos caminhoneiros: o que isso impacta no atendimento das empresas?
Por fim, ao traçar um plano B para suprir as demandas de entregas, você terá grandes possibilidades de manter clientes. Claro, alguns casos têm mais urgência do que outros, então faça uma lista de critérios para analisar, e separe os pedidos que tiverem maior peso para, assim, conseguir atender os clientes.
Reclamações
Com várias empresas de diferentes estados do país passando pela mesma dificuldade, a chance de o número de reclamações aumentarem — tanto nas redes sociais, quanto no Reclame AQUI — devido ao atraso na entrega, é grande.
Mas, a pergunta é: a sua empresa está preparada para o aumento de interações dos clientes? Nesses casos, é importante ter uma ferramenta que atenda os consumidores em todos os canais disponibilizados pela empresa.
Pensando nisso, o HugMe, plataforma omnichannel integrada ao Reclame AQUI, quer te ajudar nesse momento delicado com o consumidor.
Para saber mais, é só preencher o formulário abaixo:
Fonte: G1