Empreendedorismo feminino. Esse foi o tema da live do Mauricio Vargas desta semana. O fundador do Reclame AQUI recebeu para conversar três brilhantes mulheres que transformam a vida de tantas outras por meio de ações de incentivo, capacitação, mentorias, cursos e desenvolvimento inclusivo para que possam empreender cada vez mais e com entendimento e segurança. Um trabalho árduo pelo empreendedorismo feminino no país.

Assista a live completa clicando aqui!

Conheça as convidadas:

Priscila Gama, founder & CEO Das Pretas e referência do enfrentamento às violências contra a juventude e às mulheres negras através da cultura e empreendedorismo

Ana Fontes, fundadora da Rede Mulher Empreendedora e eleita uma das 20 mulheres mais poderosas do Brasil pela revista Forbes em 2019

Ana Bavon, sócia fundadora da B4People, empresa de cultura inclusiva, além de TEDx Speaker e painelista convidada nos maiores festivais de criatividade, inovação e relacionamento do Brasil.

Mulheres capacitadas para o empreendedorismo

Cada uma com suas atuações, mas conectadas, as três convidadas explicaram nessa conversa que as mulheres, além de estarem buscando seu espaço no mundo corporativo e dos negócios, estão também educando outras mulheres a entenderem o empreendedorismo, encorajando-as para os negócios não apenas para atender uma necessidade, mas por talento e inovação. Ou seja, fortalecendo a cultura de mulher empreendedora, que é a jornada na qual estão inseridas as três empreendedoras.

De acordo com Priscila Gama, que tem sua atuação baseada no estado do Espírito Santo, 82% das mulheres empreendedoras no estado capixaba não tiveram acesso a ajuda para orientá-las antes de abrir um negócio.

“Nesses últimos 10 anos tivemos muitas coisas boas para destacar. Mas falar de inclusão da mulher e das diversidades para empreender é uma grande vitória. Empreender tem a ver com otimismo, mas não se pode romantizar. Muitas mulheres muitas vezes empreendem porque ter filhos é um gatilho e elas são empurradas para isso por encontrar um ambiente hostil nas corporações. Por isso, nosso trabalho é tão importante, de instruir, preparar e capacitar para o negócio”, complementa Ana Fontes.

Ousadia e reinvenção: “por que não pensei nisso antes?”

Inovação tem a ver com pluraridade de pessoas e debates

No geral, as empresas ainda têm uma cultura vertical, machista, racista, onde o poder masculino e o modelo de gestão de controle prevalecem, analisa Ana Bavon. Por isso, ela analisa, tem sido tão importante mostrar para as organizações o que é a pluralidade, a importância de conectar homens e mulheres, de ter diversidade incluindo a etária também.

“Trabalho para que as empresas se tornem centradas em pessoas, que tenham no seu eixo central de estratégias, as pessoas. Nesta pandemia, as empresas com gestão mais inclusiva e horizontal têm se dado muito bem. Todas as organizações pensam em inovar. Mas inovar envolve pessoas, é construído com elas e não tem a ver com juventude, mas com debates”.

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