Pode parecer estranho, mas estratégia e OKR estão reunidos na animação espanhola Klaus, o filme com temática de Natal disponibilizado pela Netflix neste mês.

Mais do que contar a origem do Papai Noel, o longa de animação traz a história de Jesper, um bom vivant de família rica que precisa alcançar uma meta num ambiente difícil, onde a estratégia é fundamental.

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OKR no filme de Natal: emitir 6 mil cartas em um ano

Seu pai, um empresário do segmento postal, cansado de ver o filho fazer corpo mole, o posiciona em Smeerensburg, uma ilha acima do Círculo Polar Ártico, com o ultimato de que, se ele não postar 6.000 cartas em um ano, ele será cortado da família.

É aí que a pegada empresarial entra. Jesper pensa que seria moleza, mas ao ver a tristeza que é a ilha, a ausência de boa convivência entre as famílias,  que de lá ele não vai sair mesmo e tocado pelas desventuras das crianças, resolve traçar uma estratégia para atingir sua meta de envio de cartas.

Jesper então monta um escritório e busca parceiros para executar sua estratégia. Conhece um lenhador, chamado Klaus, muito habilidoso na produção de brinquedos artesanais de madeira. Em princípio, a entrega de brinquedos era para animar as crianças, mas ele viu nesta ação uma forma de alcançar seu objetivo.

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Parcerias garantem sucesso da estratégia

Assim, ele firma uma parceria com o Papai Noel. Ao descobrir que as crianças não sabem escrever para poder redigir as cartas, ele inclui a professora Alva na equipe e resolve mais um problema. E assim o plano funciona.

Para cada semana, Jesper traçou uma estratégia. Aos poucos, com a ajuda do Papai Noel, foi conquistando as crianças e despertando nelas a alegria de viver e brincar entregando brinquedos. Ah, e claro, abre um novo horizonte na vida das crianças.

Aos poucos, em conversas com Alva, inseriu a magia do Natal e o hábito de escrever cartas para o Papai Noel. A meta de enviar 6 mil cartas foi chegando cada vez mais perto. E ao mesmo tempo seus parceiros aumentaram.

O OKR de Jesper

Na verdade, Jesper traçou métricas Smart: ele tinha um objetivo específico, suas ações eram medidas em cartas, todas as ações deram trabalho, mas foram atingidas, eram alcançáveis, relevantes para ele e a comunidade onde estava inserido e cumpriu o objetivo no tempo desejado.

Jesper tinha um objetivo, que era enviar 6 mil cartas em um ano. Seu problema era morar em um lugar onde as pessoas que não cultivavam relacionamentos e crianças que não sabiam escrever. Como solução, buscou parceiros para executar o que queria. De quebra, ele ganhou um novo sentido para sua vida fútil, teve um papel agregador na comunidade, conquistou o respeito do pai e transformou o ambiente onde vivia, com seu trabalho.

No dia a dia, muitas equipes e companhias se perdem por não focar nas metas que precisam realmente alcançar e não visualizam um resultado social no trabalho também. Por isso é tão importante saber onde exatamente chegar. E quem disse que um filme de Natal não pode ser inspirador?

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