Se observar bem, a maior parte das empresas no mercado está em busca de informações e dados para otimizar processos e até aumentar o lucro da companhia.

Porém, em alguns lugares, esse não é o padrão seguido, e muitas marcas acabam se perdendo em um mar de dados sem saber o que fazer com eles.

Por conta disso, acompanhe algumas dicas interessantes para você começar hoje mesmo a valorizar e trabalhar de forma efetiva os dados dos seus clientes.

1 – Qual é a necessidade da empresa?

Basicamente: por que você está querendo essas informações? É importante, antes de mais nada, entender o motivo de você coletá-las.

Desse modo, se a sua empresa é do ramo de bebidas, por exemplo, qual a necessidade de saber a cor de camisa favorita do cliente?

É fundamental ter esse tipo de pensamento ao coletar os dados dos seus clientes. Entenda o que faz sentido para sua marca e descubra como otimizar esses dados a favor da sua empresa.

2 – O que fazer para coletar dados relevantes?

Para algumas empresas, realizar pesquisas com os clientes é uma boa maneira de receber dados relevantes.

Indo por esse caminho, é necessário, de maneira inteligente, fazer perguntas que façam sentido para o seu negócio. 

De qualquer maneira, a pesquisa não é a única forma de coletar dados dos clientes. Sendo assim, existem outras inúmeras frentes para realizar isso, e uma delas é o atendimento ao cliente.

Nesse cenário, o cliente está na “linha de frente” da sua empresa e pode oferecer informações valiosas, que podem ser utilizadas para melhorar setores da sua empresa.

3 – Faça análise inteligente dos dados

Ao ter os dados em mãos, é imprescindível fazer uma análise inteligente de cada item coletado.

Segundo uma pesquisa recente feita pela IBM, somente 1% dos dados é utilizado por aproximadamente 33% das empresas brasileiras.

Esse número é preocupante e dá a entender que a maioria das empresas apenas consegue sucesso em suas ações por sorte. 

Analisar os dados corretamente dá um norte e abre caminhos para a empresa crescer e consequentemente saber o motivo de estar crescendo.

Para analisar os dados, aconselha-se um time ou profissional de Inteligência de Dados para gerar insights com base até mesmo em informações que você nem sabia que dava para aproveitar.

4 – Se a sua empresa trabalha na internet, é fundamental conhecer o Google Analytics

O Analytics é uma ferramenta gratuita do Google que apresenta os principais números de uma página na internet, como dados de pageviews e dados demográficos (região, idade etc.) por exemplo.

Assim sendo, saber o tráfego que o seu site recebe pode ser útil para otimizar a sua página com técnicas de SEO ou até mesmo para melhorar a experiência do usuário (UX).

Fora isso, você também consegue analisar as informações demográficas a respeito do público que acessa a sua página para direcionar melhor seus conteúdos.

É fato: explorar o Google Analytics é quase obrigatório para qualquer empresa hoje na internet.

5 – Não ignore a LGPD

A Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) entrará em vigor em agosto deste ano e vai regular o modo como as empresas armazenam e trabalham com os dados dos consumidores no Brasil.

Mas por que é tão importante falar sobre a LGPD?

De maneira simples, em um contexto comercial, pela lei, os consumidores são os donos máximos dos dados, podendo retirar ou transferir as informações para qualquer outro lugar.

Além disso, o tratamento desses dados vai ficar mais transparente para o verdadeiro dono (consumidor), que poderá consultar suas informações a qualquer momento.

Dito isso, é válido ressaltar que as empresas que descomprirem as exigências da LGPD poderão sofrer multas milionárias, gerando crises sem precedentes para as companhias.

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