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Material escolar: 5 dicas para economizar e comprar com segurança

Veja o que diz a lei sobre as listas de material escolar, aprenda como pechinchar e descubra ainda alternativas de compra

A última pesquisa do Instituto Reclame AQUI mostrou que 63,3% dos pais pretendem gastar até R$ 300 com material escolar em 2022. Além disso, 68,2% querem reaproveitar materiais do ano passado.

Isso reforça como a tendência para 2022 é economizar em tudo e ceder menos aos caprichos dos filhos. Mas será que todo mundo sabe como pechinchar na hora de comprar o material escolar? O Blog Reclame AQUI vai dar 5 dicas para evitar maiores despesas e para que os consumidores entendam seus direitos nesse momento.

1. Você não é obrigado a comprar material escolar compartilhado

Fique atento para se a lista da escola incluir itens de uso coletivo ou que não são usados em sala de aula. Isso abarca produtos de limpeza, papel higiênico, fita adesiva, barbante, clipes, envelopes, entre outros. 

Inclusive, esse tipo de prática é vetada pela Lei nº 12.886/2013. De acordo com a norma, a instituição de ensino não pode incluir no contrato de matrícula nada que obrigue o pagamento de material que seja usado por todos da escola. Os custos e despesas correspondentes a itens essenciais ao funcionamento da instituição devem ser diluídos na anuidade da escola.

Claro que o diálogo é sempre importante. Se houver alguma dúvida sobre a finalidade dos materiais solicitados, é válido questionar a direção da escola. Assim é possível entender se haverá algum uso pedagógico para os produtos presentes na lista.

2. Faça sua própria lista de material escolar e não se apegue a marcas

Lembre-se que a escola também não pode te obrigar a comprar produtos de marcas específicas nem em locais predeterminados. Por isso, se quiser economizar, use a lista entregue pela instituição de ensino como referência e faça a sua própria.

É assim que você pode estabelecer qual material escolar é possível adquirir de um modelo mais barato. Além disso, fazendo sua própria lista, dá para selecionar quais itens são indispensáveis e aqueles que podem ser reaproveitados do ano anterior.

3. Busque formas alternativas de compra

Alguns tipos de material escolar precisam ser comprados em maior quantidade. É o caso de lápis, canetas, lápis de cor, giz de cera, papel ofício. Para esses itens, é possível tentar realizar compras conjuntas com outros pais, geralmente em distribuidoras ou atacados. Com um volume de produtos elevado, o valor se dilui e dá para conseguir maiores descontos.

Os livros didáticos são um caso à parte. De acordo com a pesquisa do Instituto Reclame AQUI, 46,6% dos pais acreditam que esses são os itens que vão pegar mais na conta. O ideal aqui é recorrer a sebos e buscar adquirir livros de segunda mão. Existem escolas que até mantêm acervos para vender obras doadas por outros alunos.

Também fique de olho, porque o preço desses livros costuma ser tabelado. Portanto, caso recorra às livrarias, certifique- se que o valor está de acordo com o sugerido pela editora.

4. Mantenha o diálogo com seus filhos para não ceder a desejos

É muito comum as crianças quererem a canetinha colorida da moda ou o caderno com desenhos dos seus personagens favoritos. Mas justamente por conta disso, esses podem ser os produtos com valores mais elevados. 

Nessas horas, é preciso que os pais acionem o modo de negociação. Para a conta não ficar pesada, é importante conversar e esclarecer o que vai ser possível comprar. Não precisa explicar todo o processo inflacionário pelo qual o país passa. Apenas seja honesto e estipule regras sobre qual material escolar seu filho pode escolher e quais você mesmo vai selecionar.

5. O barato pode sair caro: confira a qualidade do material escolar

Às vezes, na tentativa de pechinchar, muita gente pode ceder aos vendedores informais e ambulantes. Porém, é necessário ficar atento à procedência de alguns produtos. Canetas coloridas, tintas e outros materiais de uso manual precisam ter o certificado do INMETRO.

Muitos desses itens possuem substâncias tóxicas que podem fazer mal à saúde, caso não tenham sido devidamente testados. Portanto, evite problemas e busque comprar em revendedores de confiança, que comercializam o material escolar que não vai ser prejudicial ao seu filho.

Confira o resumo das 5 dicas para comprar material escolar
Na hora de comprar o material escolar, busque alternativas

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