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Ticket médio: 60% dos consumidores devem gastar mais de R$ 1.000 na Black Friday 2022

Com um valor do ticket médio alto, última pesquisa pré-Black Friday do Reclame AQUI ainda aponta parcelamento no cartão de crédito como um método importante preferido pelos consumidores

A poucas horas da Black Friday 2022, o Instituto Reclame AQUI traz a última pesquisa pré-Black Friday 2022. E ela mostra que na edição deste ano, o consumidor parece um pouco mais disposto a gastar do que no ano passado. E disposto a investir alto, viu? Já que mais de 60% dos consumidores apontam que desejam fazer compras acima de R$ 1.000.

O Cofundador e CEO do Reclame AQUI, Edu Neves, analisa que desde o mês de agosto, as pesquisas trazem que os investimentos nas compras serão, especialmente, nos itens tradicionais como linha branca e eletro. O que vem ao encontro do ticket médio mais alto apontado. Mas, começa a aparecer um gasto mais focado nele mesmo, como eletrônicos, como moda, como gadgets, envolvendo drone, fone de ouvido… Isso mostra um desejo pessoal de consumo, então a tendência é abrir a carteira pra fazer um agrado para si mesmo.

“Nas três primeiras versões da pesquisa, de agosto a outubro, os valores eram menores. E, agora, quase 60% dos consumidores manifestaram que vão gastar mais de R$ 1.000. Então, automaticamente, isso move a intenção dele para o parcelamento. Parcelamento também indica confiança. Quando o consumidor está com pouca confiança no futuro, ele tende a fazer compras de curto prazo. Apesar de a gente não ter pesquisado o prazo de parcelamento, os parcelamentos de cartão de crédito vão flutuar entre 5 entre 10 vezes, que é o que normalmente o consumidor procura”, pontua oCEO do Reclame AQUI.

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Ticket médio: 60% dos consumidores devem gastar mais de R$ 1.000 em compras na Black Friday 2022

Valor do ticket médio para compras pode mover varejistas?

Essa intenção pode mover os varejistas brasileiros, mas os grandes descontos que os consumidores aguardam podem não ser possíveis. “Até por toda a situação de inflação de custos que a indústria enfrentou e todo o aperto que o varejo está em margem repetidamente, trimestre após trimestre, opções boas de parcelamento talvez sejam um grande mote”, observa Neves. 

Mas e o PIX para pagamento à vista? Na pesquisa de novembro, houve uma inversão em relação às pesquisas de agosto, setembro e outubro em relação ao que os consumidores mais procuravam em termos de forma de pagamento. As três primeiras pesquisas demonstraram que o que o consumidor mais queria era pagamento à vista no PIX e altos descontos. E agora, em novembro, aparece o parcelamento no cartão de crédito como um método importante preferido para ele.

“Esse dado está casado com um aumento também tíquete médio. Sobre o PIX, acredito que tem uma mensagem importante para consumidores: estarem muito atentos a golpes e lojas não confiáveis. Esta é uma modalidade que, diferente do boleto ou do cartão de crédito, não tem marcha à ré. Na hora que você faz o PIX, o dinheiro vai instantaneamente para uma conta e, se for um golpista, ele vai transferir imediatamente para outras contas ou sacar esse dinheiro. É um dinheiro irrecuperável. Então, cuidado dobrado do lado dos consumidores”, alerta o CEO do Reclame AQUI.

Quem diz que não vai comprar pode ser convencido por bons descontos?

Apesar de somente 43% dos consumidores dizerem explicitamente que vão fazer compras durante a promoção, outros 42% alegam que não vão fazê-lo porque não confiam na data, não acham que vão ter promoções reais. Ou seja, somente uma menor parte manifestou que não irá comprar porque está endividado, porque o orçamento “apertou”. Então será uma Black Friday que, a depender das promoções que o varejo gerar, vai ter bastante adesão dos consumidores. Há uma possibilidade de mudança de planos.

“De onde a gente pode tirar essas conclusões? De várias questões que têm aparecido. No ano passado, foi bem claro que com o aumento do gás, da energia, o início de uma corrente inflacionária, além de uma onda de demissões ou de ausência de emprego, a confiança do consumidor ficou muito minada. Isso apareceu nas nossas pesquisas entre agosto e novembro de 2021. Já em 2022, a gente percebeu que desde o mês de agosto o consumidor vem demonstrando um pouco mais de disposição de comprar, muito provavelmente pela questão do ambiente macroeconômico, a redução da inflação nos últimos meses – ou estagnação dos preços – especialmente de alimentos, e de combustível também. Isso causa um pouquinho mais de ânimo. E, talvez, toda a situação que o consumidor viveu, inclusive receio desemprego, fez com que ele poupasse ou, pelo menos,
mantivesse suas dívidas em dia”, observa Neves.

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Ticket médio: 60% dos consumidores devem gastar mais de R$ 1.000 em compras na Black Friday 2022

E quando o consumidor quer comprar?

E se é pra comprar, o consumidor vai comprar mesmo! Na última pesquisa, 60% das pessoas que disseram ter intenção de comprar já itens para o Natal. Então o presente de muita gente pode sair da Black Friday. 

Mais um fato curioso é sobre o horário de compras: mais de 50% das pessoas pesquisadas pretendem comprar na quinta-feira após às 18h, ou seja, após a estreia da Seleção Brasileira na Copa do Mundo. Será que o resultado do jogo vai influenciar no ânimo do pessoal?

Depois o segundo volume, em torno de 20%, é na sexta-feira, depois das 20h. Ou seja, a maior parte dos consumidores vai se atirar nos primeiros momentos da promoção, provavelmente olhando para as lives e todos os eventos de desconto que vão ter. E depois vem aqueles 20% buscando a xepa Black Friday lá na sexta-feira.

E você, vai comprar quando?

O Reclame AQUI é a maior referência na Black Friday 2022! E durante todo o mês de novembro você vai ter uma super cobertura da maior data do varejo brasileiro.

Alerta de golpe! Consumidores contam suas experiências com lojas fake!

Precisou reclamar na Black Friday? Veja o guia da área do consumidor no RA!

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