Protestos

Rir para não chorar

O atendimento das operadoras de celular deixa os consumidores tão insatisfeitos que uma das alternativas dos clientes foi ridicularizar as empresas enquanto seus problemas não são solucionados. Com (muito) bom humor, diversos internautas produzem montagens com fotos e brincam com as marcas.

Teve problemas com sua operadora de celular? Reclame AQUI!

 

Clientes da operadora Oi dedicaram uma página no Facebook chamada "Oi Sem Sinal". No logo da empresa, a marca "Oi" foi trocada pela palavra "Tchau". Com mais de 900 seguidores, a capa da página ainda traz outra piada quando foram atingidos 600 seguidores: 600 sem sinal.

Operadoras são acionadas pelo MP por cometerem práticas abusivas

Já a TIM tem uma página com mais de 11 mil clientes que relatam suas reclamações não solucionadas. Com o mesmo nome da Oi, a "Tim sem sinal" serve para compartilhar piadas com um slogan provocativo: "É tempo de mentir sem fronteiras".

 

Mais de 500 clientes da Claro dedicaram também uma página no Facebook para ridicularizar o atendimento da operadora. E o bom humor também vale para questionar as promoções da empresa.

 

E a nova campanha da Vivo também já serviu para a zoeira dos clientes. Ao invés de #Pegabem, uma página chamada "Vivo PEGA MAU" chama a atenção com sua imagem de capa: "Procura-se o sinal da minha operadora de celular".

 

Veja também a galeria de fotos do UOL com diversas brincadeiras de clientes contra suas operadoras de celular. 

ReclameAQUI

Vamos refletir sobre consumo e sexismo!

Quem nunca ouviu alguém dizer para o filho que escolheu uma roupa rosa ou uma boneca como brinquedo que aquilo é "coisa de menina"? Pois uma carta enviada por uma criança a uma grande loja de brinquedos traz à tona uma reflexão muito importante sobre os verdadeiros anseios dos pequenos consumidores. Um prato cheio para a análise das empresas voltadas ao público infantil.

A autora da carta é Charlotte Benjamin, uma menina de sete anos. A destinatário é a empresa Lego. Resumindo, a garota se diz chateada com os estereótipos de gêneros nos brinquedos, apesar de dizer que "ama Lego". Durante visita a uma loja de brinquedos, ela percebeu que "há mais Legos meninos e quase nenhuma menina." Além disso, na carta, Charlotte diz que não gostou que as bonecas meninas só ficam sentadas em casa, vão à praia, às compras e não trabalham. Enquanto que os brinquedos dos meninos estão sempre em aventuras ou salvam gente.

No final da carta, ela faz um pedido: "Quero que você faça mais meninas e as deixe participar de aventuras e se divertir, ok?"

Caso Kinder Ovo na Páscoa 2013

No ano passado, a campanha de ovos de Páscoa da marca Kinder Ovo também gerou muita discussão entre alguns internautas, que viralizaram a insatisfação nas linhas divididas para meninos e meninas nas cores azul e rosa, respectivamente. Nas embalagens azuis, havia brinquedos como carros ou aviões e as rosas, brindes como bonecas e pulseiras.

O caso dividiu a opinião dos consumidores. Alguns acharam a campanha muito sexista, como num post da página "Moça você é machista", no Facebook, que dizia "Kinder Ovo, além de caro, é sexista".

    

Menino fã de Pequeno Pônei tenta suicídio

No começo de fevereiro, um menino de 11 anos foi encontrado pelos próprios pais no seu quarto com uma corda no pescoço amarrada a sua beliche. Segundo a família, Michael Morones é fã do programa de televisão " My Little Pony: Friendship is Magic" (Meu Pequeno Ponei: amizade é mágica), o que fez com que ele sofresse bullying na escola por ser visto como 'gay'.

E qual a sua opinião?

Diante dessas histórias, o Reclame AQUI pergunta às empresas: qual é o papel de vocês para cada um desses casos? Será que as campanhas publicitárias estão preocupadas com esse tipo de resultado negativo? Além de uma sociedade que engatinha na igualdade sexual, será que as empresas não têm igual responsabilidade nessas acusações sexistas?

E você consumidor, que todos os dias utiliza nosso site para contar seu descontentamento numa compra ou atendimento, o que acha? Como você pode exigir direitos iguais? E se um desses personagens fosse um filho seu? Como podemos fazer para transformar o mundo em um lugar mais sociável?

E claro, se você um dia já se sentiu ofendido por alguma compra que tentou fazer, já sabe! Reclame AQUI!

ReclameAQUI

Falta de energia e universidades falidas são destaques no RA Notícias

O Reclame Aqui Notícias, canal de informações sobre direitos do consumidor do Reclame AQUI, trouxe diversas novidades e dicas para os internautas de plantão. A semana começou com o caso da punição da operadora Oi por parte do Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária, o Conar.

Além disso, as universidades descredenciadas do Ministério da Educação também ganharam destaque na semana. A Gama Filho e UniverCidade têm os piores índices no Reclame AQUI.

Confira estes e os demais destaques da semana do Reclame Aqui Notícias:

1. Operadora Oi foi a campeã em violar normas do Conar
Em 2013, a operadora Oi (reputação Oi) foi sentenciada a suspender ou alterar sua propaganda 13 vezes pelo Conar (Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária). Relembre qual foi uma dessas campanhas.

2. Universidades descredenciadas têm piores índices do Reclame AQUI
As duas universidades do Rio de Janeiro descredenciadas na última terça-feira, 14, pelo Ministério da Educação são classificadas pelos consumidores com os dois piores índices. Confira a reputação de cada instituição.

3. Impostos, frete: veja dicas para comprar em sites estrangeiros
Comprar em sites internacionais não é assim tão simples. Em 2013, problemas com compras virtuais em sites importados foram responsáveis por 443 reclamações no Reclame AQUI. Em 2012, esse número foi de 326. Antes de comprar, veja essas dicas.

4. Faltou água ou luz? Conheça seus direitos
As chuvas de verão estão causando muitos transtornos em diversas cidades brasileiras. O Reclame AQUI separou 6 dicas que você precisa saber se tiver algum desses problemas.

5. Tela de celular quebra na bolsa de cliente e empresa alega mau uso
Você viu essa história?

ReclameAQUI

O gigante dormiu ou saiu de férias?

Em 2013, o povo brasileiro mostrou a sua cara, mostrou que é um gigante com o potencial de mudar o seu próprio destino, de “acordar” e mostrar que não se cala diante de situações abusivas.

O estopim foram os 20 centavos, mas não era só por isso, era por melhores condições de transporte, hospitais, impostos, obras da Copa do Mundo, era por todo o descaso acumulado, toda a injustiça. Foi a gota que transbordou o balde.

O Gigante acordou e tomou as ruas do Brasil. Ocupamos cada esquina, cada rua, e mais do que um simples protesto, mostramos quem manda no país: o povo brasileiro.

Lembram?

Onde está esse gigante?

Os impostos subiram. Quem for trocar de carro, vai pagar mais caro, quem for comprar móveis, vai pagar mais caro, quem for para o exterior tentar fugir dos impostos de importação... adivinhem: também vai pagar mais caro.

Não tem pra onde correr.

“Ah, mas o salário mínimo subiu”. Sabe quem subiu junto do salário mínimo? O número de brasileiros que vai pagar Imposto de Renda em 2014, já que o aumento do salário não acompanhou a tabela do IR na mesma proporção.

Sabe quem pode subir de novo? O valor das passagens de ônibus que foram congeladas ou reduzidas depois dos protestos do ano passado.

A resposta para a pergunta do título “O Gigante dormiu ou saiu de férias?”. Nós não temos, mas precisamos que ele apareça de novo urgentemente.

O que você acha? Tá na hora de retomar as ruas do país?

Natal

Trocas de presentes: o que preciso saber?

Desde o dia 26, primeira data útil depois do Natal, os shoppings recebem diversos clientes atrás de um objetivo comum todos os anos: trocar os presentes de Natal. Mas, ao contrário do que muitos imaginam, se aquela camiseta não serviu ou você não gostou da cor daquela bermuda, não pense que a loja é obrigada a trocar. Aliás, pelo contrário. De acordo com o Código de Defesa ao Consumidor, a troca só é obrigatória em caso de defeito do produto.

Mas na prática, muitas lojas usam do bom senso e fazem trocas de mercadorias desde que tenham o produto disponível ou se o valor da mercadoria for superior (e o consumidor pague a diferença).

O que mais você precisa saber antes de sair para fazer as trocas e evitar constrangimentos? Separamos algumas dicas para quem comprou em lojas físicas ou pela internet. Confira:

Nas lojas físicas

Insatisfação
A loja não é obrigada a trocar produtos por motivo de insatisfação de cor, design, tamanho, modelo ou porque o presente é repetido.

Troca
É obrigatória somente se o produto apresentar defeito de fabricação.

Prazo
Até 90 dias para produtos duráveis (eletroeletrônicos, roupas, por exemplo) e 30 dias para produtos não duráveis (alimentos, por exemplo).

Se não cumprir
Pode exigir ou a devolução do dinheiro ou a substituição do produto.

Internet

Direito de arrependimento
Diferente das compras feitas em estabelecimentos físicos, o consumidor pode desistir sem precisar apontar qualquer justificativa dentro de um prazo de sete dias após o recebimento do produto. De acordo com o artigo 49 do CDC,o produto adquirido fora do estabelecimento comercial pode ser trocado.

Prazo para trocar
Em até 7 dias a contar de sua assinatura ou do ato de recebimento do produto ou serviço.

Se o produto não chegar
O tempo de espera para compras virtuais no Brasil é de dez dias. Se não chegar, o consumidor pode procurar um órgão de defesa do consumidor ou o Ministério Público.

O que pode exigir?
A devolução do dinheiro.

Ambulantes NÃO

Poderíamos passar sem essa, mas como tem muita gente que adquire produtos piratas nas compras de fim de ano, vale à pena lembrar que além de representar riscos à saúde e à segurança do consumidor, a compra de produtos no mercado informal não dá nenhuma garantia de troca.